dei ontem corda ao velhinho roamer da minha mãe, fora de uso desde que ela deixou de conseguir ver as horas no minúsculo mostrador. está a funcionar na perfeição e - surpreendentemente - cabe no meu pulso.
quarta-feira, janeiro 14, 2009
segunda-feira, janeiro 12, 2009
wishlist # 6
a propósito do post anterior:
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lisboa (urban sketchers)
Um passeio por Lisboa, à boleia do traço de Eduardo Salavisa:
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sábado, janeiro 10, 2009
quinta-feira, janeiro 08, 2009
em cadeia
podia ter sido eu a escrever isto, de tal forma descreve bem a minha condição de leitora e o reconhecimento de que o pouco que possa ter a dizer ao mundo, outros já o disseram melhor do que eu. por isso leio, compulsivamente, assinalando tudo o que me faça aprender, sorrir ou pensar. por isso, este blog não passa de um bloco de apontamentos, um moleskine virtual. para os seus (im)prováveis leitores, deixo um rasto, um link na coluna da direita, que mostra os últimos 20 posts partilhados através do google reader.
por vezes, há qualquer coisa que merece um destaque especial. é o caso deste assobio da margarete, uma nota introdutória com a qual me identifiquei, mas que serve sobretudo para chamar a atenção para um artigo do público que fala de coisas sérias e nos obriga a reflectir. vão lá e leiam. ponham-se no lugar daqueles a quem chamam vilões.
terça-feira, janeiro 06, 2009
segunda-feira, janeiro 05, 2009
um universo barato
Começo a conhecer-me. Não existo.
Sou o intervalo entre o que desejo ser e os outros me fizeram,
ou metade desse intervalo, porque também há vida ...
Sou isso, enfim ...
Apague a luz, feche a porta e deixe de ter barulhos de chinelos no corredor.
Fique eu no quarto só com o grande sossego de mim mesmo.
É um universo barato.
sábado, janeiro 03, 2009
grandes civilizações
(...)
o vinho é indissociável do nascimento da química. De facto, a produção de bebidas por fermentação natural de alguns produtos vegetais data dos primórdios da civilização, encontrando-se registos desta actividade há pelo menos 6000 anos.
Entre os sumérios a cerveja era tão apreciada que existia uma deusa da cerveja, Ninkasi, e o código de Hammurabi incluía uma série de disposições sobre a cerveja, nomeadamente prescrevia punições físicas para os taberneiros que a diluissem. Já os egipcios pareciam preferir o vinho sendo a cerveja - henket ou zythum - a bebida da povo e aparentemente dos sacerdotes de Ámon. De facto, Ramsés III passou a ser conhecido como o faraó-cervejeiro depois de agraciar os referidos sacerdotes com quasi meio milhão de ânforas do precioso líquido.
ler "o espírito do vinho" na íntegra, aqui.
o vinho é indissociável do nascimento da química. De facto, a produção de bebidas por fermentação natural de alguns produtos vegetais data dos primórdios da civilização, encontrando-se registos desta actividade há pelo menos 6000 anos.
Entre os sumérios a cerveja era tão apreciada que existia uma deusa da cerveja, Ninkasi, e o código de Hammurabi incluía uma série de disposições sobre a cerveja, nomeadamente prescrevia punições físicas para os taberneiros que a diluissem. Já os egipcios pareciam preferir o vinho sendo a cerveja - henket ou zythum - a bebida da povo e aparentemente dos sacerdotes de Ámon. De facto, Ramsés III passou a ser conhecido como o faraó-cervejeiro depois de agraciar os referidos sacerdotes com quasi meio milhão de ânforas do precioso líquido.
ler "o espírito do vinho" na íntegra, aqui.
play it again, sam # 6
as tears go by - marianne faithfull
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sexta-feira, janeiro 02, 2009
quinta-feira, janeiro 01, 2009
quarta-feira, dezembro 31, 2008
alien
um dia. mais um. sem pressões, horários, alegria por encomenda. sem entusiasmo de ocasião, sem centenas de sms's e telefonemas e mails que se tornam quase obrigatórios a assinalar estas datas supostamente festivas. não encaixo, lamento - na verdade, não sei se lamento - no formato tradicional. acabei de tomar banho e vesti um pijama confortável. faltou-me a paciência de ir à biblioteca para trazer filmes que constituissem alternativa ao programa de televisão. já vi um filme idiota enquanto petiscava paio, queijo, patê e vinho tinto. quase não tenho leite e tenho a certeza de que me faltam outras cenas mais ou menos prementes no frigorífico, mas não hei-de morrer de fome por não ter enfrentado o consumismo desenfreado do último dia do ano. mais logo, há camarões para cozer e espumante bruto. para os doces, basta-me um bolo que uma amiga me ofereceu, só porque calhou. tenho os meus bichos e a companhia de quem também não lhe apetece obrigações festivas. não tenho programa, para além de deixar correr o dia. o mundo, amanhã de manhã, será o mesmo de hoje. deste ano que passou, não há balanço possível. de tempos a tempos, um gato roça-me nas pernas. na rádio, ouve-se jazz, baixinho.
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crónicas de trazer por cass
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