quarta-feira, fevereiro 04, 2009
terça-feira, fevereiro 03, 2009
segunda-feira, fevereiro 02, 2009
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domingo, fevereiro 01, 2009
frases de cortar a respiração
quando começaste a respirar, não foi ar que inspiraste, mas solidão.
in Morte na Pérsia, de Annemarie Schwarzenbach
o livro, vai direitinho para a minha wishlist
in Morte na Pérsia, de Annemarie Schwarzenbach
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sábado, janeiro 31, 2009
quinta-feira, janeiro 29, 2009
quarta-feira, janeiro 28, 2009
chegou o correio!
(adoro o selo do autocarro antigo da carris. esse e o da bandeira pirata são os meus favoritos).
a embalagem que o luís filipe desenhou foi o embrulho perfeito - reconheci logo os traços assim que fui buscar a encomenda - e também teve direito a ser toda fotografada
(agora só falta descobrir como mantê-la a salvo das investidas dos meus gatos, que adoram ter uma caixinha onde se enfiar).
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domingo, janeiro 25, 2009
sábado, janeiro 24, 2009
quinta-feira, janeiro 22, 2009
mississipi in my mind
a este, alicinha, eu não resisti.

You're Adventures of Huckleberry Finn!
by Mark Twain
With an affinity for floating down the river, you see things in black
and white. The world is strange and new to you and the more you learn about it, the less
it makes sense. You probably speak with an accent and others have a hard time
understanding you and an even harder time taking you seriously. Nevertheless, your
adventurous spirit is admirable. You really like straw hats.
Take the Book Quiz
at the Blue Pyramid.
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terça-feira, janeiro 20, 2009
segunda-feira, janeiro 19, 2009
domingo, janeiro 18, 2009
sábado, janeiro 17, 2009
retalhos da vida de um médico
sou fã incondicional das crónicas do besugo. conheço muito poucos que saibam, como ele, descrever a perda, a dor e a morte, da perspectiva de quem assiste e acompanha estas viagens sem retorno.
quarta-feira, janeiro 14, 2009
é só boas notícias
afinal, a árvore a que me refiro no post anterior era uma erythrina e desapareceu. sim, leram bem: de-sa-pa-re-ceu. os amigos do jardim botânico, deram conta do acontecimento e escreveram uma carta a pedir esclarecimentos. aguardo ansiosamente por saber a resposta, se a obtiverem. se calhar, estorvava os projectos de negócio. as árvores estorvam muita gente, nos tempos que correm. por isso, nem sempre morrem de pé.
foto daqui
(ainda espero ver uma foto desta árvore em pleno explendor de floração)
palácio braamcamp
vi a notícia no dn. a cml - como já há muito se murmurava - vai alienar património. não vou começar por discutir se a decisão é lícita ou proveitosa, mas parte da informação que é veículada ao público, é incorrecta.
sobre os imóveis - palacetes destinados à venda para conversão em hotéis de charme - diz-se que estavam votados ao abandono e em processo de degradação. ora acontece que conheço muito bem um dos edifícios, o palácio braamcamp. nele funcionou, durante décadas, a caixa de previdência do pessoal da cml. nele trabalhou, durante cerca de 40 anos, a minha mãe. dele foram despejados, no ano passado, os funcionários que ainda lá trabalhavam, tranferidos para o novo edifício dos serviços sociais da cml, no areeiro.
há muito que planeava fazer este périplo por mais um local da geografia da minha memória. por coincidência, foi ontem também que me chegou às mãos o livro do dr. jorge trigo, sobre a história do palacete e dos seus ocupantes.
a propósito do suposto estado de degradação e abandono do palácio braamcamp, deixo-vos com algumas fotos do seu livro. para que os que aqui passarem, possam avaliar por si próprios da veracidade das afirmações que são passadas para a opinião pública, pelos nossos dirigentes políticos, através dos jornais.
sobre os imóveis - palacetes destinados à venda para conversão em hotéis de charme - diz-se que estavam votados ao abandono e em processo de degradação. ora acontece que conheço muito bem um dos edifícios, o palácio braamcamp. nele funcionou, durante décadas, a caixa de previdência do pessoal da cml. nele trabalhou, durante cerca de 40 anos, a minha mãe. dele foram despejados, no ano passado, os funcionários que ainda lá trabalhavam, tranferidos para o novo edifício dos serviços sociais da cml, no areeiro.
há muito que planeava fazer este périplo por mais um local da geografia da minha memória. por coincidência, foi ontem também que me chegou às mãos o livro do dr. jorge trigo, sobre a história do palacete e dos seus ocupantes.
a propósito do suposto estado de degradação e abandono do palácio braamcamp, deixo-vos com algumas fotos do seu livro. para que os que aqui passarem, possam avaliar por si próprios da veracidade das afirmações que são passadas para a opinião pública, pelos nossos dirigentes políticos, através dos jornais.
por este palacete passaram pessoas que fizeram história, como d. joão da costa, um dos conjurados que prendeu a duquesa de mântua, d. catarina de bragança, raínha de inglaterra, os filhos ilegítimos de d. pedro II, o abade de livry, embaixador de frança. neste local se instalou o teatro do bairro alto e as concorridas óperas do séc. XVIII. atingido pelo terramoto de 1755, foi reconstruído por anselmo braamcamp para sua residência pessoal, com recurso às estruturas mestras que subsistiram. posteriormente albergou a escola francesa de lisboa e por fim a caixa de previdência do pessoal da cml. jorge trigo realça, no seu livro, que o palácio braamcamp constitui um vasto acervo de conhecimentos históricos e é uma referência importante da história de lisboa...nada disso parece importar perante a perspectiva de dinheiro fácil. se construíram um condomínio de luxo na antónio maria cardoso, se até na prisão de peniche almejam construír um hotel de charme, porque não o hão-de fazer em qualquer outro edifício histórico? isto da história, da cultura e da memória não passam de empecilhos que uns quantos intelectuais da treta querem colocar no glorioso caminho do progresso e da ambição das novas elites endinheiradas que sonham desfrutar de locais com charme, exclusivos e bem longe da populaça que não pode aceder a esses luxos e que se quer ignorante e mansa, desfolhando revistas inenarráveis e suspirando por existências telenovelescas.
neste palacete, do qual só recentemente aprendi o nome e a história mais antiga, vi, ao longo dos anos, inúmeras pessoas a serem atendidas com profissionalismo, respeito e dignidade, como raramente se deve encontrar numa repartição pública. gente vulgar, gente comum, com doenças, problemas sociais, reclamações e pedidos. ali fui atendida, até aos dezoito anos, pelos melhores médicos que tive em toda a minha vida. ali brinquei quando era pequena, descobrindo o fascínio de agrafadores, tinteiros, furadores, máquinas de escrever, o funcionamento do pbx, o selo branco dos serviços. ali entrava, envergonhada e de olhos no chão, antecipando o momento de puro horror em que tinha de me deslocar de secretária em secretária, para cumprimentar com um beijinho todas as gerações de funcionários que a minha mãe chefiou e ajudou a formar, tendo sempre em mente o carácter de serviço público que era imperioso prestar aos utentes. ou beneficiários, como sempre lhe ouvi chamar-lhes. outros tempos, outras terminologias. eram, de facto, beneficiários de uma pequena organização que existia para os servir.
lamento o destino anunciado do palácio braamcamp. desejaria vê-lo preservado como edifício de utilidade pública e de livre acesso. uma biblioteca, uma galeria de arte,um museu, qualquer coisa de útil. uma vez mais recorro às palavras de jorge trigo no seu desejo expresso em jeito de conclusão do seu livro (cuja leitura recomendo): seja qual for a opção da câmara municipal de lisboa, como proprietária do edifício, é fundamental que a finalidade se identifique com uma vertente cultural (...) deve-se criar condições para que todo o seu explendor de beleza e requinte possa ser apreciado. infelizmente assim não será. escrevo com raiva e tristeza esta crónica de trazer por casa. é a minha despedida e o meu pequeno contributo para que não vingue a mentira, para que não se apague mais uma memória.
nota - o palácio braamcamp situa-se em pleno coração do bairro alto, no páteo do tijolo, com ampla vista sobre lisboa e o tejo. no pátio, junto ao varandim do miradouro, existiam bancos de jardim e uma árvore, de flores (ou folhas modificadas?) vermelhas e carnudas, que adquire um aspecto fantástico durante o inverno. nas fotos que pesquisei -no arquivo municipal de lisboa - da envolvente do edifício, essa àrvore não está visível. gostaria muito de ter informação sobre de que tipo de espécime se trata e também de um registo de imagem da mesma. antecipadamente grata a quem me possa fazer chegar mais essa pecinha do puzzle.
agradeço ainda ao dr. jorge trigo a oferta do seu livro, a qual me permitiu dar suporte à minha memória.
agradeço ainda ao dr. jorge trigo a oferta do seu livro, a qual me permitiu dar suporte à minha memória.
objectos com memória # 3
segunda-feira, janeiro 12, 2009
wishlist # 6
a propósito do post anterior:
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lisboa (urban sketchers)
Um passeio por Lisboa, à boleia do traço de Eduardo Salavisa:
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