Guy Gagnon
Vamos a hacer limpieza general
y vamos a tirar todas las cosas
que no nos sirven para nada, esas
cosas que ya no utilizamos, esas
otras que no hacen más que coger polvo,
las que evitamos encontrarnos porque
nos traen los recuerdos más amargos,
las que nos hacen daño, ocupan sitio
o no quisimos nunca tener cerca.
Vamos a hacer limpieza general
o, mejor todavia, una mudanza
que nos permita abandonar las cosas
sin tocarlas siquiera, sin mancharnos,
dejándolas donde han estado siempre;
vamos a irnos nosotros, vida mía,
para empezar a acumular de nuevo.
O vamos a prenderle fuego a todo
y a quedarnos en paz, com esa imagen
de las brasas del mundo ante los ojos
y con el corazón deshabitado.
Amalia Bautista
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sexta-feira, março 02, 2007
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sexta-feira, fevereiro 09, 2007
quinta-feira, fevereiro 08, 2007
in the mood for jazz
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domingo, fevereiro 04, 2007
quarta-feira, janeiro 17, 2007
domingo, janeiro 14, 2007
domingo, janeiro 07, 2007
quarta-feira, janeiro 03, 2007
sábado, dezembro 30, 2006
terça-feira, outubro 10, 2006
domingo, julho 23, 2006
segunda-feira, junho 19, 2006
sábado, junho 17, 2006
sábado, junho 10, 2006
Um instante
Aqui me tenhoComo não me conheço
nem me quis
sem começo
nem fim
aqui me tenho
sem mim
nada lembro
nem sei
à luz presente
sou apenas um bicho
transparente
Jo Whaley / Ferreira Gullar
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terça-feira, maio 23, 2006
Havia um anonimato satisfatório nas multidões, uma ausência de intrusão. Aqui ninguém estava interessado nos seus mistérios. Toda a gente estava aqui para se perder de si própria. Tal era a magia ineloquente das massas (...)
Salman Rushdie
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domingo, maio 21, 2006
sábado, maio 20, 2006
Douglas FoulkeAmo o teu túmido candor de astro
a tua pura integridade delicada
a tua permanente adolescência de segredo
a tua fragilidade acesa sempre altiva
Por ti eu sou a leve segurança
de um peito que pulsa e canta a sua chama
que se levanta e inclina ao teu hálito de pássaro
ou à chuva das tuas pétalas de prata
Se guardo algum tesouro não o prendo
porque quero oferecer-te a paz de um sonho aberto
que dure e flua nas tuas veias lentas
e seja um perfume ou um beijo um suspiro solar
Ofereço-te esta frágil flor esta pedra de chuva
para que sintas a verde frescura
de um pomar de brancas cortesias
porque é por ti que vivo é por ti que nasço
porque amo o ouro vivo do teu rosto
António Ramos Rosa
a tua pura integridade delicada
a tua permanente adolescência de segredo
a tua fragilidade acesa sempre altiva
Por ti eu sou a leve segurança
de um peito que pulsa e canta a sua chama
que se levanta e inclina ao teu hálito de pássaro
ou à chuva das tuas pétalas de prata
Se guardo algum tesouro não o prendo
porque quero oferecer-te a paz de um sonho aberto
que dure e flua nas tuas veias lentas
e seja um perfume ou um beijo um suspiro solar
Ofereço-te esta frágil flor esta pedra de chuva
para que sintas a verde frescura
de um pomar de brancas cortesias
porque é por ti que vivo é por ti que nasço
porque amo o ouro vivo do teu rosto
António Ramos Rosa
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domingo, abril 30, 2006
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