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quarta-feira, julho 08, 2009

domingo, fevereiro 08, 2009

a p(h)oda das àrvores


lembram-se da erythrina que existia no páteo do tijolo, em frente ao palácio braamcamp, da qual falei aqui e aqui? afinal não desapareceu totalmente (ainda), mas foi selvaticamente podada. para poderem avaliar a extensão do desastre, reproduzo a página da time out desta semana (artigo não disponível online).



sexta-feira, fevereiro 06, 2009

work in progress




nota 1 - conforme sugerido pelo meu conselheiro virtual, arranjei um lápis menos duro. o papel é que continua rasca, porque não tenho outro disponível. e, claro, confesso que não me atrevi ainda a passar das fotos para os modelos ao vivo.

nota 2 - a expressão do gato está longe de se assemelhar ao original. o meu bicho tem um olhar meigo e pachorrento e aqui ficou com um look mauzão. houve qualquer coisa que me escapou.


quarta-feira, fevereiro 04, 2009

o pior é começar



continuam as experiências na ponta do lápis.
escusado será dizer que os modelos são mais bonitos do que aparentam.

terça-feira, fevereiro 03, 2009

portugal



nunca pensei que o google news fosse tão certeiro nos diagnósticos da actualidade nacional.

segunda-feira, fevereiro 02, 2009

^-^


the first scatching experience:



uma gaija começa a ver diários gráficos e depois dá-lhe para fazer figuras tristes.

domingo, janeiro 18, 2009

terça-feira, dezembro 30, 2008

terça-feira, dezembro 23, 2008

domingo, novembro 30, 2008

o dinossauro


maria joão pires, no jugular


E que se aguardaria do PCP nestes dias de luta esperançosa? Abertura a novas formas de pensar talvez fosse de mais. Mas por que não a uma nova forma de falar? Não teriam tudo a ganhar em, ao menos, fingir que aprenderam algo com as últimas décadas, deixar de fazer de conta que se vive em 1950?Ao que parece, não. O discurso de hoje de Jerónimo de Sousa continua exclusivamente virado para os fiéis, evitando qualquer tentativa de sedução a apoiantes ou votantes que venham “de fora”. Já não sei bem se o bloco de Leste caiu por causa de uma ofensiva capitalista ou corroído pelas traições dos seus dirigentes dissolutos. Nem quero saber, francamente. Já nem me incomodam as referências ao regime aberrante da Coreia do Norte ou a menção à ditadura castrista como «exemplo revolucionário».Ignoro se tal alguma vez iria voltar a acontecer, mesmo sem ter ouvido este discurso; mas estou agora certo de que nunca, nunca mais votarei no PCP.
No meio da pesada névoa do jargão de Jerónimo, Albano & companhia, juncado de «contradições insanáveis» e atravancado de ruídos como o «carácter parasitário e decadente do capitalismo», já ninguém consegue mesmo ver o mundo lá fora.


luís raínha, no 5 dias

quinta-feira, junho 12, 2008

uma rapidinha

glória e decadência de um entusiasmo. consegui, entre mil e um afazeres que não interessam nada para esta história, mas que davam uma bela série de frases bom povo, disponibilizar um tempinho para ir à feira do livro. pensava eu que ia passar uma bela noite a vaguear por entre os pavilhões, quando os altifalantes deram a notícia que a feira encerrava às 21 h, derivado às festas de lisboa. mal deu para uma brevíssima incursão. enquanto rogava pragas às marchas populares e às opções populistas da organização da feira, só para a frustração não ser maior, arrebanhei uns quantos livritos, sem sequer me poder deter a catar os saldos. teatro de sabbath (philip roth), pedro páramo (juan rulfo), a misteriosa chama da rainha loana (umberto eco) e o sonho dos heróis (adolfo bioy casares), foram a compensação possível para a minha fúria. agora só me resta acender uma velinha ao santo antónio para ter tempo de lá voltar até domingo.
esta ilustração é da catia chien e eu estava mortinha por ter um pretexto para a postar.
(obrigada, scarlata)

terça-feira, junho 03, 2008

feira

por este andar, quando arranjar um tempinho para ir finalmente à feira do livro, vou passar completamente ao lado dos famosos pavilhões da leya.

segunda-feira, maio 26, 2008

servidão humana


A Joana conta uma história que vale a pena ler.

sábado, maio 24, 2008

combustíveis, impostos e ganâncias

O Fernando diz que não tem vida para isto, mas ensina a fazer as continhas sobre os lucros das gasolineiras e as pressões sobre o governo para descer o ISP.
Seria caso para dizer que fossem roubar para a estrada, se não fosse já isso que andam a fazer.