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quinta-feira, fevereiro 18, 2010

sexta-feira, fevereiro 06, 2009

work in progress




nota 1 - conforme sugerido pelo meu conselheiro virtual, arranjei um lápis menos duro. o papel é que continua rasca, porque não tenho outro disponível. e, claro, confesso que não me atrevi ainda a passar das fotos para os modelos ao vivo.

nota 2 - a expressão do gato está longe de se assemelhar ao original. o meu bicho tem um olhar meigo e pachorrento e aqui ficou com um look mauzão. houve qualquer coisa que me escapou.


quarta-feira, fevereiro 04, 2009

o pior é começar



continuam as experiências na ponta do lápis.
escusado será dizer que os modelos são mais bonitos do que aparentam.

segunda-feira, fevereiro 02, 2009

^-^


the first scatching experience:



uma gaija começa a ver diários gráficos e depois dá-lhe para fazer figuras tristes.

terça-feira, dezembro 09, 2008

história do cronista e dos gatos que o ensinaram a perder tempo


Não resisti a transcrever na íntegra este post do Alexandre Borges no Sinusite Crónica:


Sou um homem com dois gatos para criar. Foi uma coisa inesperada. Não planeada. Aconteceu. Juro. Assim à laia de noite de loucura. Agora, arco com as consequências. A literatura, o trabalho, a casa, eu próprio, nada disto foi mais o mesmo. Dou por mim pasmado a olhar-lhes os focinhos imóveis, os olhares imperscrutáveis, os instantes repentinos em que se desatam a coçar ou lamber alucinadamente. Em vez de escrever. Em vez de trabalhar. Em vez doutra coisa qualquer. Porque outra coisa qualquer seria mais útil.


É bizarro. E estou preocupado. A família não me preparou para isto. Nem a escola. Nem a Filosofia. Nem os anos de trabalho que levo. Uma pessoa educa-se para as finalidades, para a consequência, para a produção. E acaba a esbanjar horas do dia, dias a fio, a limpar dejectos em caixas de areia, derramar ração sobre tigelas anacronicamente infantis, a fazer festas e cócegas e a levar marradinhas e a perdoar-lhes cruzarem-me o teclado a correr, para cá e para lá, perseguindo-se, resultando em belas prosas de texto, ready made, deste estilo:


Wwwwwwwwwwwwwwwwghbcnsiuyhrn38iznbmfiou7ewnfcmovuu7hb323 klfujjhaoanmddddddddddddçlkvjhklbooooooooooooooo



Eles gostam de insistir nalgumas teclas. Às vezes, quase reproduzem sequências exactas da “Ode Triunfal”. Mas não sei que espécie de felinos teria Álvaro de Campos. Nem que lhes deu ele a ler, se mais os franceses, se mais os anglo-saxónicos.


Pior. Há angústia. Não pelo que não estou a fazer, a produzir, a avançar. Mas por não estar mais com eles. Sobretudo, pela impossibilidade de entrar naquelas pequenas cabeças adornadas de bigodes e orelhas desmesuradas. Há dias, leitor, em que fico à espera de ouvi-los rir. Haverá medicação para isto?


Tenho a casa a cheirar a gato. Perco preciosos quartos de hora de manhã a aspirar a areia que espalharam pelo chão da cozinha numa interessante instalação pós-moderna. E a cumprimentá-los e abrir-lhes a porta e falar com aquela voz de desenho animado que todos imbecilmente fazemos quando nos dirigimos a animais domésticos.


E creio que isto nunca irá a lugar nenhum. Mas também nunca será melhor. Tê-los a dormir sobre nós ou a andarem-nos entre as pernas quando se regressa de fim-de-semana. É um amor parvo e inútil. Comme il faut. Mas chateia-me que nunca possam vir a ler este texto. E a limitar-se a um curto gesto de cabeça, bigodes e orelhas desmesuradas, de aprovação ou censura. Não pedia mais.


Por outro lado, ao menos não dão palpites. E têm um silêncio e uns gestos indolentes e demorados com que talvez venha ainda a aprender.





(bolds meus)





segunda-feira, novembro 10, 2008

choque tecnológico

o uso das novas tecnologias na vida quotidiana:



o portátil é tããããooo quentinho....[suspiro]

quinta-feira, outubro 30, 2008

a new kid in town



Garfield

sábado, junho 07, 2008

:)

poucas coisas dão mais alegria aos meus gatos de que uns caixotinhos para brincar às escondidas. quando tiver um disponível, vou (tentar) decorá-lo (mais ou menos) assim:




obrigada pela dica, scarlata

para mais ideias, ver aqui

quinta-feira, maio 08, 2008

another anniversary



miss daisy, tess e che fizeram 2 anos no mês passado.

happy birthday, big guy!


aos 2 meses, o explorador tímido e assustadiço, nos primeiros passos da conquista do território.

com um ano (e 7 Kg), o gaijo mais pachola, confiante e cool cá da casa.

segunda-feira, janeiro 07, 2008

cats r us











segunda-feira, dezembro 03, 2007

quarta-feira, novembro 21, 2007

os meus bigodudos



quando o pompom perdeu a mãe, foi o che que tomou a seu cargo a tarefa de lhe ensinar todas as artes e ofícios que fazem parte da vida de um gato. aos sete meses e quase maior que o pai adoptivo, o mais novo já o força a retiradas estratégicas nas lutas rituais que lhes ocupam as horas em que não estão enroscadinhos e quentes a calanzar.

quinta-feira, novembro 08, 2007

>:]



Felizmente, cá em casa, não há tacos de basebol.

vídeo roubado à menina-alice

quarta-feira, agosto 29, 2007

Lisa


Às vezes, vagueava por aí durante dois ou três dias. Regressava sedenta de festas e, depois de receber os mimos, enroscava-se a dormir perto de nós. Hoje, sei que não volta. Procurarei esquecer a amálgama de sangue e pêlo preto espalmada no alcatrão e lembrar apenas o brilho verde dos seus olhos, nos momentos que partilhámos desde que a recolhemos com os seus três filhotes. Ela, pagou com a vida o seu desejo de independência e liberdade. Nós, pagamos com mágoa e saudade o respeito que ela nos mereceu.

terça-feira, junho 19, 2007

Smoking e Pompom


Aqui por casa, o planeamento familiar não anda a correr nada bem. Esta menina, que já há uns tempos andava aí pelas redondezas, resolveu trazer o filhote para educar cá no quintal. Quem é que pode resistir a uma coisa destas, hm? Já fizeram as contas? Com mais estes dois, passam a ser oito.




terça-feira, maio 29, 2007

cats

quinta-feira, abril 19, 2007

wild at heart

segunda-feira, abril 16, 2007

happy birthday



miss daisy
tess
che


Os meus meninos estão a fazer um ano por estes dias.


lisa


a mãe lisa é muito orgulhosa dos seus filhotes e ainda tem a pachorra de os deixar mamar, de vez em quando, apesar dos seus dentinhos afiados.




tronchudinha

winnie

e as tias, desde que tenham os seus mimos garantidos, já estão adaptadas à sua nova família.