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domingo, dezembro 20, 2009

domingo, novembro 01, 2009

current mood



à espera do comboio na paragem de autocarro *




* sérgio godinho


quarta-feira, abril 15, 2009

quinta-feira, março 05, 2009

sábado, fevereiro 14, 2009

behind the curtain


a joana desafiou-me a entrar numa corrente blogosférica. são seis, as características que devo revelar a meu respeito.


1) estar a responder a este desafio por detrás de um écran, ajuda muito. dizer que sou tímida e pouco comunicativa são eufemismos para designar o verdadeiro bicho-do-mato que vai tentando combater - mais ou menos eficazmente - a fobia social que remonta a episódios caricatos da infância (já anteriormente relatados).

2) sou viciada em informação. livros, blogues, feed reader's, fóruns, twitter...tudo o que vier à rede é peixe e, se pudesse, passava o dia inteiro a ler.

3) odeio o inverno, a chuva e o frio. os dias cinzentos deprimem-me seriamente e preciso de sol e luz para ter vontade de saír da cama. (ok, confesso que nos dias de sol, o que gosto mesmo é de saír da cama directamente para uma espreguiçadeira)

4) ter tempo para as coisas que gosto é um privilégio a que dou importância crescente.

5) tenho muito mau-feitio e é preciso pouco para me fazer perder a calma. há anos que tento convencer-me que é mais eficaz ser delicadamente embirrante, mas na maioria das vezes, acabo a levantar a voz e a mandar as pessoas...err...dar uma volta.

6) finalmente, acabei de confessar mesmo há pouco, que sou procrastinadora.


passo à scarlata, à menina-alice, à menina-limão, ao nick e à margarete. (perdoem-me)

(este post vai ser publicado em stéreo, aqui e no twitter)

procrastinar

sexta-feira, fevereiro 06, 2009

work in progress




nota 1 - conforme sugerido pelo meu conselheiro virtual, arranjei um lápis menos duro. o papel é que continua rasca, porque não tenho outro disponível. e, claro, confesso que não me atrevi ainda a passar das fotos para os modelos ao vivo.

nota 2 - a expressão do gato está longe de se assemelhar ao original. o meu bicho tem um olhar meigo e pachorrento e aqui ficou com um look mauzão. houve qualquer coisa que me escapou.


quarta-feira, fevereiro 04, 2009

o pior é começar



continuam as experiências na ponta do lápis.
escusado será dizer que os modelos são mais bonitos do que aparentam.

segunda-feira, fevereiro 02, 2009

^-^


the first scatching experience:



uma gaija começa a ver diários gráficos e depois dá-lhe para fazer figuras tristes.

domingo, janeiro 25, 2009

twitter


e pronto, lá criei uma conta no twitter. agora só falta perceber o que é, para que serve e como funciona. ninharias, portanto.

terça-feira, julho 15, 2008

vícios de verão



sorvete de laranja por dentro, chocolate negro por fora.

olhei para eles no supermercado por me fazerem lembrar um geladito pequeno que havia quando eu era miúda, acho que ainda era um 'rajá': a parte superior era sorvete daquele mesmo rasca, só gelo com sabor a laranja e a parte de baixo sabia a chocolate. comprei uma embalagem, 'só para matar saudades', ou lá qual foi a desculpa que dei a mim mesma na altura. acontece que este sorvete já não é só gelo e o chocolate é escurinho, mesmo como eu gosto. agora, poucos são os dias em que resisto à tentação.


entretanto, eu e a balança estamos de relações cortadas.

quarta-feira, junho 18, 2008

e nem falei das flores de plástico da sala de espera

Sou demasiado preguiçosa e desorganizada para manter um moleskine. Algumas tentativas pesaram-me na mochila, desfazendo-se em vazios de ideias e listas de compras. só lhes sinto a falta quando não os tenho à mão. hoje, aguardando a minha vez de ser atendida no quinto piso de uma soturna torre num hospital de lisboa, embalo sonolenta a fila de cadeiras de plástico em que me sento, num movimento autista de auto-consolo que propicia a modorra e suaviza a espera, quando atento no aviso colocado ao lado do elevador: em caso de incêndio, utilize as escadas. vêm-me à memória imagens de um inesquecível steve mcqueen na torre do inferno, vislumbro as labaredas desgovernadas a propagarem-se no poço do elevador. de seguida, dou por mim a inventariar alternativas perante o cenário proposto. naquela torre, assim de repente, lembro-me que funciona um serviço de otorrino e um de oftalmologia. imagino os doentes de olhos vendados a lançarem-se em tropel pelas escadas, gritando aos surdos que lhes indiquem o caminho ou que lhes saiam da frente. pergunto-me se também funcionará ali uma unidade de tetraplégicos. meia adormecida e a curtir os meus devaneios semi-febris, penso então nos poços do elevador cheios de grandes escorregas coloridos tipo aquapark e colchões de água ao fundo, a amparar a queda. pelo altifalante, ouço chamarem pelo meu nome. vou lá ouvir o que já suspeito desde o início, que estou bem auto-medicada, que convém fazer a pesquisazinha do epstein-barr, não vá o bicho ter-se aproveitado do meu cansaço e tal, e que, no final, me espera um chuto de peninicilina no rabo para exterminar de vez a hipótese de uma recidiva bacteriana. perfeito, adoro quando os médicos concordam comigo. no caminho para casa, rio sozinha dos meus devaneios e prometo tentar salvá-los do limbo dos meus rascunhos mentais. mal ou bem, saíram de rajada e continuo a divertir-me. aqui ficam.

quinta-feira, junho 12, 2008

uma rapidinha

glória e decadência de um entusiasmo. consegui, entre mil e um afazeres que não interessam nada para esta história, mas que davam uma bela série de frases bom povo, disponibilizar um tempinho para ir à feira do livro. pensava eu que ia passar uma bela noite a vaguear por entre os pavilhões, quando os altifalantes deram a notícia que a feira encerrava às 21 h, derivado às festas de lisboa. mal deu para uma brevíssima incursão. enquanto rogava pragas às marchas populares e às opções populistas da organização da feira, só para a frustração não ser maior, arrebanhei uns quantos livritos, sem sequer me poder deter a catar os saldos. teatro de sabbath (philip roth), pedro páramo (juan rulfo), a misteriosa chama da rainha loana (umberto eco) e o sonho dos heróis (adolfo bioy casares), foram a compensação possível para a minha fúria. agora só me resta acender uma velinha ao santo antónio para ter tempo de lá voltar até domingo.
esta ilustração é da catia chien e eu estava mortinha por ter um pretexto para a postar.
(obrigada, scarlata)

segunda-feira, maio 12, 2008

presenting



Gil

Anteontem saíu-me isto na rifa. Cerca de 4 meses, abandonado.
Com os meus seis bigodudos e as minhas duas cadelas velhotas, o que me faltava mesmo era um estabanado destes para educar.